Identificação do corpo de corretora morta será feita usando o DNA dos dentes, diz polícia

  • 03/02/2026
(Foto: Reprodução)
Corretora foi morta no subsolo de prédio em Goiás; síndico fala em atrito A identificação do corpo da corretora Daiane Alves Souza, morta pelo síndico do prédio em que morava em Caldas Novas, no sul do estado, só será possível de ser feita usando o DNA dos dentes. Segundo a Polícia Científica de Goiás (PCI), todo o processo pode demorar até 7 dias, e só então o corpo será liberado para a família (veja a nota na íntegra no fim da matéria). Daiane desapareceu em 17 de dezembro de 2025, e o corpo foi encontrado na quarta-feira (28), após o síndico do prédio, Cleber Rosa de Oliveira, confessar o crime e apontar o local à Polícia Civil (PC). Ao g1, a defesa do investigado afirmou que ele está contribuindo com as investigações (veja a nota da defesa na íntegra no fim da matéria). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp De acordo com a polícia, o método será necessário devido ao avançado estado de decomposição em que o corpo da corretora foi encontrado. Os restos mortais de Daiane levados ao IML eram compostos apenas de ossos, e o único material disponível para tentativa de extração de DNA foi o dente, informou a polícia. O corpo de Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi encontrado em área de mata em Caldas Novas, Goiás Arquivo pessoal/Georgiana dos Passos Para chegar até o material genético, a polícia explica que é preciso fazer antes um tratamento químico que demora de 4 a 5 dias, para que se avance para o procedimento de DNA propriamente dito. Já a etapa do DNA leva entre 1 e 2 dias; só depois de tudo finalizado o corpo deve ser liberado para a família. LEIA TAMBÉM: Síndico do prédio onde corretora desapareceu em Caldas Novas é preso Corretora assassinada: Síndico confessou crime e levou polícia ao local onde corpo foi deixado Corpo de corretora foi deixado em mata a cerca 15 km de Caldas Novas Corretora assassinada: defesa diz que síndico confessou ter usado arma no crime Novas perícias Ainda de acordo com a PCI, novos exames foram feitos no condomínio e no veículo usado pelo síndico. Esse processo serve para atestar se as versões apresentadas pelos envolvidos são compatíveis com eventuais vestígios detectados no cenário ou no veículo. Perícia feita em local onde corretora foi morta por síndico inclui disparos de armas Arma usada do crime O síndico que confessou ter matado a corretora Daiane Alves Souza, em Caldas Novas, no sul de Goiás, disse à polícia que usou arma de fogo no crime. A informação foi dada ao g1 pelo advogado Felipe de Alencar, um dos responsáveis pela defesa de Cleber Rosa de Oliveira. A defesa não deu detalhes sobre as circunstâncias nas quais a arma teria sido usada contra a vítima. Nesta segunda-feira (2), o advogado da família de Daiane, Plínio César Cunha Mendonça, disse que, segundo informações preliminares passadas pela polícia, foi encontrada uma bala alojada na cabeça da corretora. Corpo encontrado Síndico do prédio onde corretora desapareceu em Caldas Novas é preso O corpo da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi abandonado em uma mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, no sul de Goiás. O síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, e filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos pela Polícia Civil no dia 28 suspeitos do homicídio e obstrução de justiça, respectivamente. De acordo com apuração da TV Anhanguera, o corpo foi encontrado em estado de ossada em Ipameri. O síndico mostrou para à polícia o local em que deixou o corpo da corretora após a morte dela em dezembro de 2025. Corpo de corretora foi encontrado a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, em Goiás Arte/g1 Leia na íntegra a nota da Polícia Científica "Em relação ao caso Daiane Alves Souza (corretora), a PCI-GO esclarece que, em razão do estado em que foi encontrado o corpo, a única matriz disponível para a tentativa de extração de DNA foi o dente, material que exige tratamento químico de 4 a 5 dias para que se possa avançar para o procedimento de DNA propriamente dito, o qual leva de 1 a 2 dias. Nesse sentido, reforça que desde a chegada do corpo esqueletizado na Capital, os procedimentos têm sido realizados da forma mais célere possível, com o máximo empenho de todas as equipes envolvidas, a previsão é de que ainda essa semana haja a confirmação da identificação e assim o corpo seja liberado para os familiares. Em relação aos exames realizados no condomínio e no veículo suspeito, informamos que como em toda investigação, tratam-se de procedimentos que visam a verificar a compatibilidade ou não das versões apresentadas pelos envolvidos, confrontando-as com eventuais vestígios detectados, seja no cenário, seja no veículo. Para a partir de então seja viável, para o Presid. do Inquérito Policial, concluir acerca de todas as circunstâncias do fato. Atenciosamente, Polícia Científica do Estado de Goiás." Leia na íntegra a nota da defesa do síndico "O escritório Nestor Távora e Laudelina Inácio Advocacia Associada, representando os interesses do Sr. Cleber Rosa de Oliveira, vem informar que a defesa técnica não teve acesso ao resultado da perícia necroscópica, que ainda não foi juntada aos autos do inquérito policial. Na oportunidade, reitera-se que o Sr. Cleber está colaborando com a investigação, sobretudo no esclarecimento da dinâmica dos fatos." 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. 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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/02/03/identificacao-do-corpo-de-corretora-morta-sera-feita-usando-o-dna-dos-dentes-diz-policia.ghtml


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