Dez suspeitos são presos em operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro no RN
27/05/2026
(Foto: Reprodução) Operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro prendeu 10 no RN
Dez suspeitos de uma organização criminosa foram presos nesta quarta-feira (27) em uma operação de combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro em Natal e no interior do Rio Grande do Norte.
A operação Narke ocorreu de forma conjunta entre as polícias Civil e Penal e a Receita Federal, tendo sido coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
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Ao todo, foram cumpridos nove mandados de prisão e um dos suspeitos foi preso em flagrante ao tentar quebrar o celular. Além disso, oito mandados de busca e apreensão também foram cumpridos.
Em Natal, as diligências aconteceram nos bairros Planalto e Nova Descoberta. Também houve cumprimento de mandados em Pau dos Ferros, na Região Oeste potiguar.
Segundo a Polícia Civil, a Justiça já havia bloqueado R$ 3,3 milhões dos suspeitos após a investigação constatar a utilização de laranjas para ocultar e dissimular valores provenientes das atividades ilícitas.
Prisões foram feitas nesta quarta-feira (27) em Natal
Divulgação/Polícia Civil
Prisão de suspeito deu início à investigação
Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após a prisão em flagrante de um suspeito em 3 de janeiro de 2025, que foi apontado como chefe da organização criminosa.
Com ele, foram apreendidos entorpecentes, munições e instrumentos utilizados na atividade de tráfico de drogas.
Segundo a polícia, foi possível identificar, a partir da análise dos dados extraídos dos aparelhos celulares apreendidos, "a atuação estruturada de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas, com divisão de tarefas, hierarquia definida e intensa movimentação financeira ilícita".
Mesmo preso, o suspeito continuou exercendo o comando da organização criminosa, expedindo ordens relacionadas ao tráfico de drogas, à aquisição de armas e à movimentação financeira do grupo, informou a polícia.
"As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos, aprofundar a análise financeira do grupo criminoso e ampliar a responsabilização penal dos integrantes da organização", informou, em nota, a PC.
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