10 dicas de cibersegurança para empresas com trabalhadores remotos

  • 20/02/2026
(Foto: Reprodução)
O ambiente corporativo já não cabe mais entre quatro paredes. Hoje ele está espalhado entre as casas dos colaboradores, coworkings, cafés, redes públicas e dispositivos que não foram projetados para operar dentro de um ambiente protegido. Embora o trabalho híbrido e o home office tenham trazido mais flexibilidade e produtividade e aumentado o alcance de talentos, eles também criaram um cenário em que a empresa já não controla totalmente onde os seus dados circulam. Quando o funcionário sai do escritório, a superfície de ataque se expande. Conexões domésticas, configurações pessoais e decisões tomadas fora do conhecimento do time de TI podem aumentar o risco de pishing, vazamento de dados, roubo de credenciais e infecções por malware. Pishing, ransomware, malware: entenda o que significam esses termos Veja, a seguir, algumas práticas que ajudam a sua empresa a se proteger de riscos cibernéticos mesmo com colaboradores à distância. 1. Faça das pessoas a parte central da estratégia de cibersegurança Treine os colaboradores para identificar tentativas de phishing, mensagens suspeitas e arquivos maliciosos e também sobre boas práticas de gerenciamento de senhas, compartilhamento de arquivos e proteção física dos dispositivos. 2. Crie uma política clara para dispositivos pessoais Quando funcionários utilizam notebooks e celulares pessoais para acessar sistemas corporativos, a empresa corre o risco de que esses dispositivos estejam com softwares e antivírus desatualizados, sejam compartilhados com terceiros ou se conectem a redes inseguras. Sempre que possível, o cenário mais seguro para o trabalho remoto ou híbrido continua sendo o fornecimento de dispositivos pela empresa. Mas quando não houver essa possibilidade, é essencial contar com uma política de BYOD (Bring Your Own Device, ou Traga Seu Próprio Dispositivo) bem estruturada para definir os requisitos mínimos de segurança que devem ser cumpridos pelos trabalhadores em home office. 3. Exija conexões remotas seguras com uma VPN corporativa Funcionários remotos podem acessar os sistemas corporativos de casa ou de redes públicas em cafés, shoppings e aeroportos. Mesmo que o ambiente de conectividade mude, o nível de proteção precisa ser o mesmo, e isso é possível quando a empresa impõe o uso de VPNs corporativas e serviços criptografados para qualquer acesso aos sistemas internos. A VPN cria um túnel criptografado entre o colaborador e a infraestrutura da empresa, impedindo que dados sejam interceptados, o que diminui o risco de roubo de credenciais e vazamento de informações confidenciais. VPN de acesso remoto permite que funcionários externos se conectem de forma segura à rede corporativa 4. Implemente uma política robusta de senhas Senhas fracas continuam sendo uma das principais causas de invasões corporativas, e o risco aumenta quando o funcionário reutiliza as senhas do trabalho para acessar serviços pessoais. Exigir senhas longas, complexas e exclusivas é apenas o primeiro passo. A empresa também deve conceder acesso a gerenciadores de senhas e estabelecer rotinas de revisão e troca periódica de credenciais, especialmente para acessos sensíveis. 5. Ative a autenticação multifator em todos os acessos críticos A autenticação multifator não serve apenas para incluir mais um código nos acessos. Ela cria uma barreira real contra invasões, impedindo que o cibercriminoso avance mesmo que tenha roubado o login de um colaborador. Mais do que tornar a autenticação obrigatória, é fundamental definir onde ela é inegociável: e-mail, sistemas financeiros, armazenamento em nuvem e qualquer ambiente que concentre dados sensíveis. 6. Mantenha sistemas e programas sempre atualizados No trabalho remoto, um risco silencioso é o colaborador que recebe aquele aviso de atualização do sistema, do navegador ou do antivírus e simplesmente clica em “lembrar mais tarde”. O problema é que muitas dessas atualizações não são opcionais: elas corrigem falhas de segurança já conhecidas. Um dispositivo sem atualização pode permitir a instalação de malwares, a captura de senhas ou o acesso remoto não autorizado sem que o usuário perceba. Empresas com equipes remotas precisam ir além da orientação. É fundamental adotar ferramentas de gestão de atualizações que permitam à TI visualizar versões, forçar patches críticos, padronizar sistemas e garantir que os sistemas operacionais, antivírus e softwares corporativos estejam sempre protegidos, mesmo fora da rede da empresa. 7. Controle rigorosamente quem acessa o quê Nem todo funcionário precisa ter acesso a todos os sistemas e dados. Aplicar o princípio do menor privilégio reduz drasticamente o impacto de um eventual comprometimento de conta, assim como o conceito de Zero Trust, no qual cada solicitação de acesso precisa ser validada, considerando identidade, função, contexto e nível de risco. O colaborador acessa apenas o que é necessário para sua atividade, e esse acesso pode ser revisto, limitado ou revogado a qualquer momento. 8. Utilize ferramentas de segurança que atuem em camadas Quando um colaborador trabalha fora do escritório, o computador dele deixa de ser apenas uma ferramenta individual e passa a ser uma extensão direta da infraestrutura da empresa, por isso, confiar em uma única solução é criar pontos cegos na cibersegurança. A proteção precisa ser construída em camadas, com ferramentas que se complementam, começando pelos firewalls, que filtram conexões suspeitas, bloqueiam tentativas conhecidas de invasão e reduzem a exposição do dispositivo e da rede a tráfego malicioso. Soluções de proteção de endpoint ampliam esse controle ao monitorar o comportamento do dispositivo em tempo real. Quando algo foge do normal, é possível alertar a TI, bloquear automaticamente a atividade ou isolar o equipamento. Somam-se a essas ferramentas os filtros de e-mail e navegação, que reduzem drasticamente o risco de phishing e downloads maliciosos. 9. Estruture uma política real de backup Em ambientes descentralizados, a perda de dados pode acontecer por falhas de hardware, roubo de dispositivos ou exclusão acidental. A empresa deve definir rotinas de backups automatizados, versionados e com testes periódicos de restauração para dispositivos remotos. Manual ou automático: que tipo de backup a sua empresa deve escolher? 10. Tenha um plano de resposta a incidentes adaptado ao remoto Em ambientes remotos, o plano de resposta a um ataque cibernético precisa considerar a distância física, dificuldade de acesso ao equipamento e a necessidade de orientação rápida ao funcionário. Quem o colaborador deve acionar? Como ele deve isolar o dispositivo? Como deverá preservar as evidências? Como deverá restaurar o ambiente com segurança? Ter essas respostas documentadas e testadas pela equipe reduz o tempo e os custos para se recuperar do ataque. Trabalho remoto não pode ser sinônimo de segurança improvisada No home office e no trabalho híbrido, redes domésticas mal configuradas, dispositivos pessoais desatualizados e hábitos digitais pouco seguros ampliam os riscos de cibersegurança que antes estavam concentrados dentro da estrutura física da empresa. Se você quer estruturar um ambiente mais preparado para os desafios do trabalho remoto, conheça as soluções de segurança e conectividade da Ligga Telecom que ajudam a sua operação a trabalhar de qualquer lugar.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/ligga-telecom-conectando-negocios-cidades-e-pessoas/noticia/2026/02/20/10-dicas-de-ciberseguranca-para-empresas-com-trabalhadores-remotos.ghtml


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